Durante um evento com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em Imperatriz, o governador Carlos Brandão fez uma declaração que gerou repercussão política. Ele afirmou que recebeu o Maranhão com cerca de 1,43 milhão de pessoas vivendo na extrema pobreza, número herdado das gestões anteriores comandadas por Flávio Dino.
Segundo Brandão, desde o início de sua gestão, em abril de 2022, o estado conseguiu retirar aproximadamente 1 milhão de maranhenses dessa condição. O governador atribuiu o avanço à ampliação dos programas sociais e à criação de novas políticas públicas voltadas à segurança alimentar e geração de renda.
Programas sociais e combate à fome no Maranhão
Entre as iniciativas citadas, Brandão destacou o programa Maranhão Livre da Fome, que concede R$ 200 mensais para a compra de alimentos, além de R$ 50 adicionais por filho de até seis anos. De acordo com o governador, a medida tem sido essencial para complementar o Bolsa Família e garantir dignidade às famílias em situação de vulnerabilidade.
O programa busca atender pessoas com renda per capita abaixo de R$ 218, o que as enquadra na faixa da extrema pobreza definida pelo governo federal. Com isso, o Maranhão tenta reduzir desigualdades históricas e fortalecer a inclusão social em todas as regiões do estado.
Resultados e impacto social das políticas públicas
De forma enfática, Brandão afirmou que os resultados positivos refletem o comprometimento da atual gestão com o combate à fome e a redução das desigualdades sociais. Segundo ele, o governo continuará ampliando ações integradas entre os poderes estadual e federal, visando erradicar a extrema pobreza no Maranhão até o fim do seu mandato.
A fala do governador também foi vista como uma provocação política, já que ele mencionou diretamente o cenário deixado pelas gestões comunistas anteriores, lideradas por Flávio Dino, atual ministro do Supremo Tribunal Federal.


