Diretor da Unidade Prisional de Coroatá é assassinado após briga de trânsito em São Luís

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O policial penal Dyego Antônio Mendes Ferraz, de 40 anos, diretor-geral da Unidade Prisional de Coroatá (UPR), foi assassinado na noite de sábado (11), após uma briga de trânsito no bairro Forquilha, em São Luís (MA). O caso gerou grande comoção entre servidores da Segurança Pública e levantou debates sobre a violência urbana na capital maranhense.

Crime teria ocorrido após discussão no trânsito

De acordo com informações preliminares da polícia, Dyego se envolveu em uma discussão de trânsito com outro motorista. Durante o desentendimento, o suspeito sacou uma arma de fogo e efetuou disparos, atingindo o policial penal. A vítima morreu no local antes da chegada do socorro.

O autor dos disparos ainda não foi identificado oficialmente, e as investigações estão sendo conduzidas pela Superintendência de Homicídios e Proteção à Pessoa (SHPP). A Polícia Civil trabalha para esclarecer as circunstâncias do crime e capturar o responsável.

Quem era Dyego Antônio Mendes Ferraz

Dyego era policial penal desde 2017 e exercia o cargo de diretor-geral da Unidade Prisional de Coroatá, onde era reconhecido pelo profissionalismo e comprometimento com o sistema prisional. Colegas de trabalho e amigos o descreveram como um servidor dedicado, justo e respeitado entre os pares.

Em nota oficial, a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (SEAP) lamentou profundamente a morte do servidor e prestou solidariedade aos familiares.

“A Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (SEAP) manifesta profundo pesar pelo falecimento do Policial Penal Dyego Antônio Mendes Ferraz da Silva, Diretor da UPR de Coroatá.

Neste momento de tristeza e dor, nos solidarizamos com os familiares, amigos e colegas de trabalho, expressando sinceras condolências pela perda do exímio servidor.

A secretaria também reconhece e agradece pelos anos de dedicação, compromisso e relevantes serviços prestados ao Sistema Penitenciário Maranhense.”

Repercussão e investigação em andamento

A morte de Dyego Ferraz causou indignação entre agentes penitenciários e servidores da área de segurança em todo o estado. O caso é tratado como prioridade pelas autoridades, que buscam identificar o suspeito e esclarecer os motivos exatos da discussão.

O episódio também reacende o debate sobre a falta de segurança nas cidades maranhenses, especialmente na capital, onde casos de violência no trânsito têm se tornado cada vez mais comuns.

Luto e reconhecimento

O Sistema Penitenciário Maranhense está em luto oficial pela perda de um servidor considerado exemplar. A morte de Dyego Antônio Mendes Ferraz representa não apenas uma tragédia pessoal e institucional, mas também um alerta sobre o aumento da violência e a necessidade de políticas públicas mais eficazes para garantir a segurança dos profissionais que atuam na linha de frente da Justiça e da segurança pública.

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