Os deputados Dr. Yglésio, Catulé Júnior e Neto Evangelista expuseram a verdade dos fatos e desconstruíram a tentativa da oposição de responsabilizar o governador Carlos Brandão pelo processo de impeachment do prefeito Eduardo Braide, por crime de improbidade, em tramitação na Câmara de São Luís. Os parlamentares reforçaram que as acusações não passavam de politicagem.
A ORIGEM DO IMPEACHMENT
Dr. Yglésio explicou que a representação contra Braide foi feita por um aposentado prejudicado, que teve uma perda mensal de R 10 mil devido ao descumprimento de uma lei. Segundo ele, isso configurava um crime de improbidade administrativa. O deputado destacou que o caso nada tinha a ver com o governador.
O CHOQUE NA OPOSIÇÃO
Com perguntas firmes e diretas, Dr. Yglésio deixou o deputado Fernando Braide, irmão do prefeito, sem reação ao questioná-lo sobre a justiça de rebaixar salários de cerca de 400 servidores, incluindo auditores, médicos e aposentados que contribuíram por décadas. Ao ser confrontado, Fernando Braide apenas respondeu: “Até me cortou o raciocínio”.
BRANDÃO COMO HOMEM DE DIÁLOGO
Catulé Júnior reforçou que era irresponsável tentar imputar ao governador qualquer influência sobre o processo. Para ele, Brandão sempre foi reconhecido como um homem pacato, guiado pelo diálogo e pela equidade nas decisões políticas.
O INTERESSE ELEITORAL DA OPOSIÇÃO
Neto Evangelista cobrou responsabilidade política e questionou o real interesse da oposição em tentar envolver o governador. Ele afirmou que a tentativa tinha caráter eleitoral e criticou a postura dos oposicionistas.
O deputado ainda observou que, na Assembleia, a “bancada” de Eduardo Braide parecia crescer, enquanto a de Felipe Camarão se “reduzia a pó”, indicando movimentações estratégicas para a disputa pelo Governo do Estado em 2026.


